Anonymous asked: olha que branquelo limd gemtttttt!11
fazer o que se mamãe e papai fez gostosinho
Anonymous asked: posta foto sua?
porra de novo gentttttttte http://img163.imageshack.us/img163/3192/lipe7.jpg
“Ser refém do conhecimento é estar numa jaula aberta, mas tentadora por dentro. É cutucar a curiosidade com um galho novo. É saber que aprender é poder amar-se racionalmente.”
“Censurar a busca pelo refinamento próprio contribui para a falha do espetáculo humano. Interromper esse processo é absurdo, mas não deslembre: o mundo é uma caralhada quase incorrigível de imbecilidade.”
“Olhos marejados, audição com fratura exposta, coração de pelúcia. Tudo frágil, frágil. Seria? Vai ser? É isso que dá imaginar e inventar demasiado. Por onde eu começo? Pode ser agora? Mas espera aí, já acabou? O cabelo mexe e penso: cadê ela? Eu vivo achando que tudo é sinal de reprovação. Tem-se uma mania de saber se é recíproco. Acho que não. Quero que sim, mas ainda acho que não. Deve ter sido só mais um papel escalado. Deve ter sido só mais um truque de engana trouxa que deu certo; o universo não vai muito com a minha cara, acho. O problema é que eu sempre acho que acho tanto que acabo não encontrando nada. Nunca. Nem a mim.”
“O céu para mim é tonto e torto. O inferno nem existe. O caráter plastifica. O talento embaralha. A tragédia calcifica. O vestuário despe. O ambiente molda. A pesquisa aborda. O padrão empobrece. A dúvida resulta. O tempo é um jogo. A criatividade é patrimônio público. O conforto é como andar em círculos. O dom é ter a cabeça aberta. A natureza encorpa e incorpora. A vida é um cochilo onde escolhemos entre sonhar ou não. Deus é o código sem segredo. Mas esse meu achismo deve passar longe de ser caloroso.”
“A importância dos méritos desequilibrou-se há séculos, mas advirtamos a incoerência e a arrogância do senso de superioridade: enquanto debochares que este teu sabor pseudo-soberano de fruta madura irá sobrepor a valia de uma semente incognitamente capaz, sucumbirás sob o insucesso e a improdutividade de um galho pútrido.”
“Penso, logo existo… Logo tenho medo. Nós somos e seríamos tanto – sentimos tanto. Sem ele, covardes descativados. Com ele, temperamentos engatilhados. Sem ele, claramente inevidentes. Com ele, descabidamente urgentes. O medo é o encurralamento das tentativas.”
“Não aparento metade da verdade que nasceu em mim. Criaram-me uma imagem de falsa galhardia e só ofereci coringas entre tantos valetes. Tudo errado… Não sou esse garrancho. Não que eu não seja bom, sabe, mas não essa qualidade invertida. Quero desafios, auto-análises e distância do conforto prematuro. Tenho bom senso, talento, potencial e um corpo saudável, não tenho? Eu busco demais para parar aqui, cara. Fui aprendendo que a liberdade impulsiona o percebimento do bom e do ruim. Atualmente, reconheço-me assim: um observador, um absorvedor, um produtor, um seco, um iludido, um carrapato, um amador, um egoísta, um farelo, um ofuscado, um crescente, um tolo, um bobo. É isso: sou um bobão, um desencaminhado quando se trata de desperdícios. Sou um imbecil cheio de dramaturgia e um triste sem caprichos. Vou me vomitando sem fachadas. Acreditem e percebam a hipocrisia que me formaram calos, por favor. Notem o bosta que sou de uma hora para outra. Não o único nem o que se anula dos defeitos que o construiu, porém assumidamente um pouco de tudo que foi dito. Gosto dessas coisas; não me interpretem mal, elas me enrijecem. Pois é, José. Mas eu estou aqui, debruçado em força de vontade e orgulhoso por visar-me. O destino é o suor do tempo, amigo. Hei de cravar a importância de um terno e gravata nessa minha camiseta branca. Hei de ser.”
“A aclamação e o reconhecimento à genialidade são a doutrina e a direção da humanidade.”